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O bê-a-bá da Portabilidade Numérica

Chips de vários tamanhos (mili, micro, nano), representando a troca de tecnologia, bem como a troca de operadoras, mantendo o mesmo número ao realizar a portabilidade.

Entenda o funcionamento de uma portabilidade

O termo “portabilidade numérica” é bastante utilizado em um segmento bem específico: o Telecom. Ele está relacionado ao número de telefone de cada usuário e às diferentes operadoras de telefonia.

Ele foi usado pela primeira vez quando, no mercado de telecom, surgiu a possibilidade do usuário mudar a operadora do seu telefone móvel sem perder o número do seu celular. Daí o termo portabilidade numérica: portar, migrar o mesmo número do telefone de uma operadora para a outra.

Essa mudança chegou como um marco para o consumidor pois deu chance ao usuário de manter o seu número quando quisesse trocar de operadora. O consumidor deixou de ser refém das operadoras e passou a ter mais liberdade evitando o transtorno de ter que divulgar seu novo número para toda a sua rede de contatos. A partir desse momento o usuário passou a ter o seu número de celular como o seu DNA: para qualquer operadora que ele migre, ele leva o seu número junto. O usuário é dono do número, da mesma forma que o nosso DNA carrega todas as nossas características.

Levando esse ponto para o contexto empresarial, a capacidade de manter o mesmo número oferece uma garantia de que as empresas ou lojas não perderão potenciais clientes, pois agora têm a possibilidade de manter seus números mesmo ao mudar de operadora. Isso permite consistência na comunicação com os clientes, o que é muito importante nos tempos atuais.

Com a chegada da portabilidade numérica, as operadoras passaram a adotar estratégias para atrair mais usuários. Uma delas foi a de ligações ilimitadas  entre telefones da mesma operadora através da contratação de um plano fixo mensal.

Rapidamente, na busca pela economia financeira com telefonia, pessoas e empresas passaram a possuir vários números de telefones, um de cada operadora, a fim de aproveitarem ao máximo as ligações gratuitas entre dois números da mesma operadora.

Em função dessa nova necessidade começaram a surgir os mais variados recursos:

  • Celulares com dois ou mais chips;
  • As “chipeiras” – equipamentos que permitem a utilização de vários chips de celulares  integrados ao PABX das empresas;
  • Softwares e sistemas de gestão de telefonias
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  • Bancos de dados com a informação de quais telefones pertencem a quais operadoras;
  • Formas de consultar automaticamente a operadora de qualquer número de telefone.

Atualmente, realizar a portabilidade tem sido relativamente simples. O cliente físico não precisa nem ir na antiga operadora mais: basta ir à nova operadora, confirmar seus dados e aguardar um período de três dias até que o número seja portado. Normalmente, assim que o chip antigo para de funcionar, o novo já é habilitado, podendo já ser utilizado. A própria Anatel permite uma demora de 24h para o retorno do funcionamento do número.

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